
Fui ao teatro pela primeira vez na sexta-feira passada, convidei uma amiga já que tinha dois ingressos de cortesia, ela também nunca tinha ido ao Theatro São Pedro.
Assistimos "O Estrangeiro", um monólogo com atuação de Guilherme Leme e direção de Vera Holtz.
Chegamos muito cedo e lá estava a Vera Holtz dando uma entrevista para o Tata Pimental, eu não gosto dele, mas deve ter quem goste, senão a RBS já teria tirando aquela criaturinha arrogante do ar...
Ao entrar no teatro percebi que era bonito como havia imaginado, mas tão menor, na minha cabeça o Theatro São Pedro era enorme, mas por ser menor se tornou ainda mais acolhedor.
Ficamos na terceira fileira, então tínhamos uma visão muito boa do palco, a minha esquerda a minha amiga e a direita uma senhora muito bem vestida que ficou o tempo todo na mesma posição, eu já tinha me revirado na cadeira e ela lá imóvel...
Pensei: - Será que morreu?...
O teatro em um silêncio profundo, todos prestando atenção no Guilherme Leme que contava a estória de um homem que havia perdido a mãe e depois matou um homem, dois fatos que a princípio não se relacionavam, mas no seu julgamento a acusação fez questão de l
igar um ao outro, tentando demonstrar a frieza de um homem que não chorou no enterro da mãe.
Se você assistir a peça verá que o personagem não é um assassino cruel simplesmente um filho que se despediu da mãe de forma serena e um homem que cometeu um crime de forma estúpida e como diz um amigo que há muito não vejo: “ - Sabe aquele meio metro de sangue ruim que passa na cabeça?”, pois é fez merda e foi condenado a decapitação...
Lá pelas tantas a senhora deu um suspiro, - Ela está viva, ou foi o último suspiro?...
Quando terminaram as palmas virei e fui embora, se a velhinha ficou lá não sei, mas acompanhei os jornais no dia seguinte e não houve nenhum registro de morte no teatro naquela noite, então presumo que entre mortos e feridos salvaram-se todos.
Quanto ao teatro foi a primeira de muitas peças, amei!!!
Assistimos "O Estrangeiro", um monólogo com atuação de Guilherme Leme e direção de Vera Holtz.
Chegamos muito cedo e lá estava a Vera Holtz dando uma entrevista para o Tata Pimental, eu não gosto dele, mas deve ter quem goste, senão a RBS já teria tirando aquela criaturinha arrogante do ar...
Ao entrar no teatro percebi que era bonito como havia imaginado, mas tão menor, na minha cabeça o Theatro São Pedro era enorme, mas por ser menor se tornou ainda mais acolhedor.
Ficamos na terceira fileira, então tínhamos uma visão muito boa do palco, a minha esquerda a minha amiga e a direita uma senhora muito bem vestida que ficou o tempo todo na mesma posição, eu já tinha me revirado na cadeira e ela lá imóvel...
Pensei: - Será que morreu?...
O teatro em um silêncio profundo, todos prestando atenção no Guilherme Leme que contava a estória de um homem que havia perdido a mãe e depois matou um homem, dois fatos que a princípio não se relacionavam, mas no seu julgamento a acusação fez questão de l
igar um ao outro, tentando demonstrar a frieza de um homem que não chorou no enterro da mãe.Se você assistir a peça verá que o personagem não é um assassino cruel simplesmente um filho que se despediu da mãe de forma serena e um homem que cometeu um crime de forma estúpida e como diz um amigo que há muito não vejo: “ - Sabe aquele meio metro de sangue ruim que passa na cabeça?”, pois é fez merda e foi condenado a decapitação...
Lá pelas tantas a senhora deu um suspiro, - Ela está viva, ou foi o último suspiro?...
Quando terminaram as palmas virei e fui embora, se a velhinha ficou lá não sei, mas acompanhei os jornais no dia seguinte e não houve nenhum registro de morte no teatro naquela noite, então presumo que entre mortos e feridos salvaram-se todos.
Quanto ao teatro foi a primeira de muitas peças, amei!!!


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